Dezembro

plantaEsperança
Por Mário Quintana

Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano

Vive uma louca chamada Esperança

E ela pensa que quando todas as sirenas

Todas as buzinas Todos os reco-recos tocarem

Atira-se

E

— ó delicioso voo!

Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,

Outra vez criança…

E em torno dela indagará o povo:

— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?

E ela lhes dirá

(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)

Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:

— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA…

(*Texto extraído de Nova Antologia Poética, Editora Globo – São Paulo, 1998, p. 118)

Dezembro, creio, uma necessidade particularmente se debruça entre toda gente: no mundo dos seres humanos como um ser humano entre os seres humanos, a esperança aparece com um símbolo do espírito criativo e que pode promover uma ligação profunda com o nosso Eu Superior e para que nos sintamos (re)acesos e fortalecidos por (novos) apelos do Caminho…
Saudações e carinhos!
Eugênia Pickina

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