O quarto chakra – o que move seu coração?

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Chakra é a denominação sânscrita dada aos centros de força existentes nos corpos espirituais do ser humano. São, desse modo, canais por onde circula a energia vital (prana) que nutre órgãos e sistemas. Possuímos sete grandes chakras – primeiro chakra (básico ou raiz); segundo chakra (esplênico); terceiro chakra (plexo solar); quarto chakra (cardíaco); quinto chakra (laríngeo); sexto chakra (terceiro olho); e sétimo chakra (coronário).
No propósito de elucidar questões relativas ao centro do “coração interior”, neste texto, e de forma sucinta, trataremos apenas do quarto chakra, cuja energia sutil corresponde ao amor e à devoção porque participa de sua matriz o controle das emoções e dos sentimentos, e isso no encalço da afetividade e da capacidade plena de o indivíduo manifestar amor por si mesmo e pelos outros.
O quarto chakra é conhecido como centro cardíaco e é a sede da afetividade. Ele talvez seja um dos centros mais expressivos dos nossos corpos energéticos sutis e, quando desobstruído, coopera estreitamente com a capacidade de uma pessoa expressar amor e sentimentos afins.
Como muitas pessoas encontram dificuldades para desenvolver o potencial interior do chakra cardíaco, não causa estranheza em nossa época a elevada mortalidade devido a doenças cardíacas.
O centro cardíaco trabalha sem descanso, pois a todo instante interagimos com os sentimentos e as emoções. Ainda, as energias oriundas destas interações geram reflexos no corpo físico. E esses reflexos serão benéficos, ou não, em ressonância ao sentimentos/emoções com regularidade “assimilados”, pois, como os chakras se ligam diretamente aos órgãos do corpo físico, o quarto chakra espelha as energias do coração.
Esse centro também responde pela função de proporcionar energia nutritiva sutil para o coração, para a circulação de maneira geral, para os pulmões e para o timo. Logo, uma disfunção crônica no chakra do coração pode influenciar a manifestação de doenças cardíacas, derrames, doenças pulmonares e diversas debilitações imunológicas que podem tornar o organismo suscetível a bactérias, vírus e células cancerosas.
O que obstrui o coração? O bloqueio no quarto chakra pode ser causado, sobretudo, por uma dificuldade pessoal para a expressão do amor. Não menos importante, uma vida sem significado pode também estimular bloqueios no fluxo de energia, contribuindo com a ocorrência posterior de distúrbios ligados a esse centro.
Em virtude de sua associação com o coração e os pulmões, que captam e distribuem o oxigênio para todo o corpo, o quarto chakra simboliza o elemento ar. É considerado um chakra de transição e serve de intermediário entre as energias terrenas inferiores e as energias superiores. Ocupa, simbolicamente, uma posição situada entre o céu e a terra.
Cultivar sentimentos de compaixão e afeto por nós mesmos e pelos outros é, desse modo, uma atitude essencial no caminho que leva à abertura do chakra cardíaco e ao desenvolvimento de uma forma mais elevada de consciência e, portanto, de uma existência mais saudável.
O chakra cardíaco, como sede dos sentimentos, é naturalmente um centro de vitalidade. Por conseguinte, quando o indivíduo não consegue expressar amor, aprisionado pelo egoísmo, ou quando se deixa cronicamente tingir pelo desgosto, pela tristeza contumaz, pela solidão sombria, esses desequilíbrios emocionais e espirituais geram bloqueios de energia, à medida que o coração interior se fecha, reprimindo o fluxo normal da luz pura. Como efeito, o indivíduo, tomado por energias densas, compromete sua jornada, o potencial de vir a encarnar a sua essência, porque se nega o que é mais caro à existência – a capacidade humana de dar-e-receber amor.

Localização – entre os mamilos, na região torácica. Está situado na altura do coração, no meio do peito.
Abre-se para fora.
Faixa de ação – do alto do estômago até as axilas.
Especialidade – controle dos sentimentos/emoções.
Princípio básico – por sua energia corresponder ao amor e à devoção, como formas mais sutis e elevadas de sentimentos, tem como princípio básico incentivar a abnegação do ser.

Eugênia Pickina

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