O quarto chakra – o que move seu coração?

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Chakra é a denominação sânscrita dada aos centros de força existentes nos corpos espirituais do ser humano. São, desse modo, canais por onde circula a energia vital (prana) que nutre órgãos e sistemas. Possuímos sete grandes chakras – primeiro chakra (básico ou raiz); segundo chakra (esplênico); terceiro chakra (plexo solar); quarto chakra (cardíaco); quinto chakra (laríngeo); sexto chakra (terceiro olho); e sétimo chakra (coronário).
No propósito de elucidar questões relativas ao centro do “coração interior”, neste texto, e de forma sucinta, trataremos apenas do quarto chakra, cuja energia sutil corresponde ao amor e à devoção porque participa de sua matriz o controle das emoções e dos sentimentos, e isso no encalço da afetividade e da capacidade plena de o indivíduo manifestar amor por si mesmo e pelos outros.
O quarto chakra é conhecido como centro cardíaco e é a sede da afetividade. Ele talvez seja um dos centros mais expressivos dos nossos corpos energéticos sutis e, quando desobstruído, coopera estreitamente com a capacidade de uma pessoa expressar amor e sentimentos afins.
Como muitas pessoas encontram dificuldades para desenvolver o potencial interior do chakra cardíaco, não causa estranheza em nossa época a elevada mortalidade devido a doenças cardíacas. Continuar lendo

Cittaslow: a revolução urbana que respeita a alma

Cittaslow: a revolução urbana que respeita a alma

c13 Cittaslow: a revolução urbana que respeita a alma

O Movimento Cittaslow (Cidadades Lentas), a mais revolucionária proposta de desenvolvimento urbano sustentável, nasceu numa mesa de bar. Mais específicamente, na mesa de um restaurante de Greve in Chianti, pequena comunidade no coração da Toscana, Itália, na qual o então prefeito Paolo Saturnini almoçava com amigos. O ano era 1999 e a idéia surgiu como uma solução simples para um problema que todas as comunidades enfrentam – conciliar desenvolvimento com qualidade de vida. Hoje, menos de 13 anos depois, já está sendo aplicado em cerca de 150 cidades de 25 países.

O Movimento Cittaslow propõe a melhora da qualidade de vida dos cidadãos a partir de propostas vinculadas ao território, ao meio ambiente, ao respeito cultural e ao uso de novas tecnologias usando como “arma” o protagonismo comunitário. Simples na concepção, nasceu inspirada no Movimento Slow Food e se propaga em cidades pequenas, evitando que cometam os mesmos erros das cidades que crescem sem controle. Como diz Saturnini, cidades pequenas devem preservar; cidades grandes precisam revolucionar – e não sabem como. O Brasil tem 5.017 municípios com menos de 50.000 habitantes e pode criar centenas de Cidades Lentas salvando do caos urbano 65,2 milhões de brasileiros. Esta reportagem procura mostrar o caminho. Para saber mais acesse http://www.cittaslow.org Continuar lendo

A cidade do lado de fora

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As cidades que existem além das portas e janelas de nossas casas são o reflexo do que pensamos e o resultado de nossas ações em relação a elas. A cidade reflete a violência de seus moradores, a educação de seus cidadãos, a gestão de seus políticos e a qualidade de vida, boa ou má, para a qual todos contribuem.

Na maioria das cidades, os grandes problemas têm soluções relativamente simples. Ações e mudanças que não são necessariamente estruturais, mas que apresentam o potencial de transformar a qualidade de vida dos habitantes. Boa parte dessas ações precisa apenas de mudanças de comportamento e da forma de ver e entender os espaços públicos.

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18 de Maio e a proteção à infância

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18 de Maio: dia de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças
Campanha marca Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Brasília – A exploração sexual de crianças e adolescentes em grandes empreendimentos é uma das maiores preocupações de defensores de direitos humanos. De acordo com a socióloga e consultora da Agência Nacional dos Direitos da Infância (Andi), Graça Gadelha, ainda não há ações concretas para evitar essas violações, mas existem algumas organizações da sociedade civil que estão se empenhando para minimizar os impactos das grandes obras na vida de crianças e adolescentes.

“Um dos maiores desafios é o impacto das grandes obras na questão da exploração sexual de crianças e adolescentes. Temos um conjunto de obras, que inclui siderúrgicas, hidrelétricas, as obras do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento], além da questão dos megaeventos, que causam impacto direto na vulnerabilidade de crianças e adolescentes”, disse Graça.

As violações em grandes obras são o tema da campanha que marca hoje (18) o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescente. Segundo Graça, a situação no Norte e no Nordeste é mais complicada. “Essas regiões já têm um histórico de vulnerabilidade e de omissão do Poder Público em relação às ações voltadas para a afirmação de crianças e adolescentes”.

Um relatório sobre violações de direitos humanos nas obras das usinas hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau (RO), publicado pela Plataforma Brasileira de Direitos Humanos, Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (Dhesca Brasil) no ano passado, mostrou que o número de homicídios dolosos cresceu 44% em Porto Velho entre 2008 e 2010.

Além disso, a quantidade de crianças e adolescentes que foram vítimas de abuso ou exploração sexual aumentou 18%. O relatório também mostra que o número de estupros cresceu 208% em Porto Velho entre 2007 e 2010. Segundo o documento, a explosão populacional foi um dos principais fatores que provocaram o aumento dos índices de violência.

Um documento contra a exploração sexual de menores em grandes empreendimentos será entregue nesta sexta-feira a representantes da Frente Parlamentar Mista da Criança e do Adolescente. De acordo com a coordenadora do Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, Karina Figueiredo, o objetivo é mostrar quais são os desafios que envolvem o tema. “Queremos mostrar quais são as prioridades que temos de pautar para que a gente consiga mitigar um pouco os prejuízos que essas obras têm causado na vida de crianças e adolescentes”, disse.

Para ela, é necessário mostrar à sociedade, de maneira mais clara, a diferença entre abuso e exploração sexual. “O abuso sexual, embora seja mais denunciado, quando é identificado, aparece [para a sociedade]. A exploração sexual não, talvez porque ainda seja algo muito natural para a sociedade. A culpa fica muito em cima da menina, as pessoas dizem que ela é explorada porque é sem-vergonha, porque a mãe não cuida”.

O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes foi instituído por lei federal, em alusão a 18 de maio de 1973, quando a menina Araceli, de apenas 8 anos, foi raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada por jovens da classe média alta de Vitória (ES). Apesar de sua natureza hedionda, o crime prescreveu e os assassinos ficaram impunes.

Por Daniella Jinkings, da Agência Brasil

* Edição: Graça Adjuto

** Publicado originalmente no site da Agência Brasil.

Autoconhecimento – um trabalho terapêutico

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O mar é uma coisa…
A espuma, outra;
Esquece a espuma e contempla o mar noite e dia,
Tu olhas para a ondulação da espuma e não
para o poderoso mar.
Como barcos somos jogados daqui para ali,
Somos cegos, embora estejamos no brilhante oceano.
Ah! Tu que dormes no barco do corpo,
Tu vês a água; contempla a Água das águas!
Sob a água que tu vês há outra água que a move,
Dentro do espírito há um espírito que o chama. RUMI

O autoconhecimento é um recurso essencial a uma vida com saúde e significado. Como um trabalho terapêutico, o examinar-se tanto ajuda o indivíduo a querer a realização de sua totalidade como educa a percepção sutil de que o seu bem-estar  está conectado com o bem-estar dos outros.
O processo de conhecer-se desembaraça à pessoa o sentido profundo da existência. É a vida examinada, no aviso socrático, que impele a aventura responsável de estar-aqui-por-enquanto. E a interioridade desvendada, e assumida, alarga o campo de possibilidades para o alcance da plenitude do ser.
No geral, o compromisso com a introspecção adquire valor quando decidimos parar de nos sentir vazios ou desorientados, e receptivos ao fato de que defeitos triviais e sombrios, sob a luz suave do autoexame, pode nos levar à dignidade, dando-nos meios para substituir, através de atitudes renovadas, nossas histórias repetidas e não saudáveis, pois, ainda que penoso, vale a pena observar/transformar a personalidade. Continuar lendo

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